Antes da criação de hospitais militares permanentes, o tratamento dos soldados era bastante precário.
Os tratamentos incluíam limpeza de ferimentos, suturas, amputações, sangrias, uso de ervas medicinais e repouso. Como o conhecimento sobre infecções era limitado, muitos soldados morriam não pelos ferimentos em si, mas por complicações posteriores.
Além disso, doenças como Malária, Escorbuto, Disenteria e Febre Amarela frequentemente causavam mais baixas do que os combates.
A criação dos hospitais militares trouxe maior organização, permitindo reunir profissionais, medicamentos e instalações adequadas para cuidar dos militares de forma mais sistemática.