Antes do grande terremoto de 1755, as zonas ribeirinhas de Lisboa eram o coração econômico e social da cidade. A vida ali era intensa, movimentada e fortemente ligada ao comércio marítimo.
O dia do desastre
Em 1º de novembro de 1755, o terremoto devastou grande parte dessas áreas. Em seguida, um tsunami avançou pelo Tejo e inundou a zona ribeirinha. Incêndios completaram a destruição, transformando completamente a paisagem da cidade.
A Lisboa ribeirinha anterior a 1755 era uma das áreas portuárias mais ricas e movimentadas da Europa, mas quase desapareceu com a catástrofe, dando lugar à reconstrução planejada que originou a famosa Baixa Pombalina.