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Isso é um mito, a maior parte dos terroristas islâmicos são sunitas.

Apesar do Irã ser uma teocracia, mulheres podem estudar e se distribui preservativos em presídios.

Lá também sempre foi mais fácil encontrar álcool, drogas e prostitutas oferecendo seus serviços mais facilmente do que em qualquer outro país islâmico. Mesmo com uma polícia da moralidade, ela é fácil de se subornar.

No Irã existe a operação  de redesignação sexual, sendo que o Irã só perde para Tailândia no mundo para esse tipo de procedimento.

Lá eles aceitam a transexualidade, desde que extirpem o órgão sexual masculino.

Abraço.

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Claro…

Porque uma religião com mais de mil anos de história, disputas políticas, diferenças teológicas e dezenas de culturas diferentes certamente funciona como desenho infantil: “time dos vilões” contra “time dos heróis”.
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Sim igual católicos são os cristãos do bem e evangélicos os cristãos do mal
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Não existem nesse meio malvados e bonzinhos; todos farinha do mesmo saco.

A diferença entre os tais é que os sunitas dizem que o líder deve ser o mais capaz.

Os xiitas, que o líder tem que ser descendente de Maomé.
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Na vida real, não existem bonzinhos e malvados...

O termo “xiita” é polissêmico. No sentido estrito, é religioso... Após a morte do profeta Maomé, os muçulmanos sunitas queriam eleger um califa para sucedê-lo com base na capacidade e confiança dos fiéis; à medida que os muçulmanos xiitas acreditavam que alguém da linhagem sanguínea de Maomé deveria assumir o posto. E aí existem algumas poucas diferenças.

A maioria dos muçulmanos é sunita... Cerca de 90% aproximadamente, à medida que poucos países têm população predominantemente xiita, e um desses poucos é o Irã. 

Durante a Revolução Iraniana (1979), de fato a imprensa ocidental ressignificou o termo “xiita” como sinônimo de extremista, fundamentalista, intransigente e/ou radical. Hoje em dia, na linguagem pejorativa, qualquer um pode ser xiita a respeito de qualquer coisa... Você pode ser xiita até com futebol, por exemplo.

A contradição está no fato de que a maioria das organizações terroristas de caráter fundamentalista islâmico como o ISIS, Al-Qaeda, Talibã, Boko Haram, e Hamas são sunitas, não são xiitas. 

Conclusão... Não é necessário intenção preconceituosa para reproduzir discurso preconceituoso, e o uso pejorativo do termo “xiita” não descreve a realidade; mas distorce ao transformar uma identidade religiosa concreta num estereótipo de extremista, produzindo estigmatização mesmo sem intenção.

Rotular uns como bons e maus é simplificar a realidade.

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Isso é falso. A maioria dos terroristas e regimes autoritários islâmicos é sunita. Por outro lado, grande parte dos xiitas (talvez até a maioria) é muito pacífica.

Essa fama de que seriam extremistas vem da República Islâmica do Irã, que é um país xiita e é autoritário. Ainda assim, o próprio Irã é cheio de contradições, como o Peregrino apontou.

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