
Ela: “não tô com sono… vem.”
Ele foi.
Riram, jogaram, se provocaram…
até o silêncio ficar diferente.
Olhos presos.
Corpos perto demais.
— “A gente devia parar…”
— “Devia…”
Não pararam.
O beijo veio lento… depois urgente.
As mãos aprenderam o caminho.
Naquela madrugada, a insônia virou só desculpa.
Eles ficaram… e o resto ficou entre eles. ❤️