Várias, inúmeras, incontáveis...
Tenho até uma história engraçada com isso na faculdade. Eu paguei duas disciplinas de inglês, uma para uso geral e outra mais focada em programação... O material da disciplina do inglês comum era de Oxford, portanto era britânico; à medida que os materiais de programação eram predominantemente americanos.
Aí aconteciam algumas pérolas...
A professora de inglês comum sempre nos corrigia se usássemos vocabulário e/ou sotaque americano na aula dela... Se você falasse “eraser” para se referir à borracha, ela corrigia para “rubber”. Se você falasse “flashlight” para se referir a lanterna, ela corrigia para “torch”. Para calçada, ela não admitia que falasse “sidewalk”... O certo era “pavement”. Ou se você falasse “subway” ao invés de “underground” para metrô. E por aí vai...
E aí o professor de inglês para programação fazia o exato oposto...
Tem que ficar esperto porque “eraser” é bastante claro sobre referir-se a borracha de apagar grafite... Mas, nos EUA, se você falar “rubber”, eles interpretam como gíria para camisinha. Só que, no Reino Unido, “rubber” não significa outra coisa além de borracha de apagar. É igual “cueca” que no Brasil é roupa íntima masculina e em Portugal é roupa íntima feminina.