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em Religião e Espiritualidade por (99,7K pontos)
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.Recursos essenciais para a sobrevivência humano são escassos (solo fértil).

.Água dos oceanos é imprópria para consumo humano.

.Exposição excessiva a raios ultravioletas pode causar danos aos olhos e elevar risco de câncer de pele.

.A Terra foi atingida por bilhões asteróides, meteoros ao longo de sua história.

.A Terra já passou por 6 grandes extinções em massa.
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5 Respostas

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Tá, mas olha por outro lado, bem simples: Nem tudo precisa ser perfeito pra ter propósito. Recurso é limitado… mas sempre foi o suficiente pra vida continuar. A gente se adapta. Água do mar não dá pra beber… mas existe chuva, rios, ciclo da água… já foi pensado. Sol faz mal em excesso… mas também é o que mantém a vida. Tudo é equilíbrio. Asteróides caíram… e mesmo assim a vida continuou. Parece mais resistência do que acaso. Extinções aconteceram… e mesmo assim a vida voltou, se renovou, recomeçou. No fim, não parece um sistema falho… parece um sistema ajustado pra testar, adaptar e continuar.
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Sim, nada precisa ser perfeito. Basta que seja complexo e específico para que possamos concluir que não é obra do acaso, mas fruto de uma inteligência.
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Exatamente
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Há uma série de coisas que contradizem a tese de que o planeta e a vida foram projetadas intencionalmente... Várias imperfeições numa série de organismos seriam coisas que um suposto “designer” certamente evitaria. Abiogênese e evolução explicam melhor os mesmos fenômenos.

No mais, design inteligente é pseudociência, assim como Terra plana.
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Eu entendo o ponto… mas dá pra ver por outro lado, bem simples: "Imperfeição” é visão nossa. Às vezes é limitação nossa de entender o todo. Um projeto pode ter propósito que a gente nem alcança. Abiogênese e evolução explicam como as coisas mudam… não explicam o porquê de existir algo ao invés de nada. E sobre design inteligente… chamar de pseudociência já é fechar a porta antes de olhar tudo. Tem muita gente séria debatendo isso ainda. No fim, não é tão fechado assim. Ainda tem espaço pra Deus sim.
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Discutir “pontos que a gente não entende”, “verdade transcendental” e outras coisas não são do campo da ciência. Podem ser da filosofia ou da religião, mas não é da ciência. É um argumento que pode ser usado para absolutamente qualquer coisa... Qualquer contradição alguém pode falar: “São os propósitos de Deus”. Desculpa, mas isso não é argumento científico.

O rótulo de pseudociência (que não fui eu quem deu, existem inúmeras comunidades científicas internacionais que classificaram dessa forma) também não veio do nada, não... Não é fechar a porta, é aplicar os mesmos critérios de confiabilidade que aplicamos para todo mundo. Sem teoria testável, não tem debate na ciência.
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Mistura as coisas aí. Ciência estuda o “como”, não o “por quê” último. Dizer que só o que é testável existe já é uma crença filosófica, não científica. E outra: nem tudo que é real é testável direto (consciência, lógica, moral). Falar em Deus não é “tapar buraco”, é buscar causa final. E “pseudociência” muitas vezes vira rótulo pra cortar debate, não pra refutar argumento.
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Consciência, lógica, moral e etc são da filosofia... Legítimos, sim, mas não levam à conclusão que você quer. Não é que só o que é testável existe... Existe, mas nem sempre dá para tratar como ciência. Deus não é hipótese científica. O rótulo de pseudociência é descrever como a ideia realmente opera: sem responsabilidade científica.
por (254K pontos)
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Isso mistura as coisas. Consciência, lógica e moral não são “fora” da realidade só porque a ciência não mede tudo. A própria ciência depende da lógica pra funcionar. Então não dá pra separar assim. E dizer que Deus não é hipótese científica não torna Ele falso. Só mostra limite do método científico. Nem tudo que existe cabe em laboratório. Chamar de pseudociência já força o rótulo. Fé não tenta ser experimento… é outro tipo de busca.
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por (47,7K pontos)
A única coisa que esses pontos mostram é que o mundo não é um paraíso perfeito ou isento de riscos. Pense em um carro: ele pode ter defeitos, sofrer desgaste, precisar de manutenção e até causar acidentes, mas ninguém diz por isso que ele não foi projetado por uma mente inteligente. Da mesma forma, o fato de a água do mar não ser potável ou de haver radiação ultravioleta não nega um possível design, mas apenas mostra que existem limites e condições no sistema. Um remédio pode ter efeitos colaterais e ainda assim ter sido cuidadosamente desenvolvido, uma casa pode sofrer com infiltrações ao longo do tempo e ainda assim ter sido construída por um engenheiro. Se um objeto tivesse que ser perfeito para ser fruto de uma inteligência, nada se encaixaria.

Quanto à ideia de que o design inteligente seria "pseudociência", como alegou o usuário acima, isso é uma simplificação grosseira, praticamente uma filosofia de boteco. Não existe um consenso entre os filósofos da ciência sobre um critério rígido que separe definitivamente ciência de não ciência. O chamado "problema da demarcação" nunca foi resolvido na filosofia da ciência (mais informações nos comentários). Além disso, a comparação com a terra plana não tem cabimento, porque nenhum trabalho terraplanista passa por revisão por pares ou sequer é considerado publicável em meios acadêmicos respeitados. Já o debate sobre design e propósito no universo aparece em discussões filosóficas e até em certos contextos científicos de forma mais sofisticada.
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editado por
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Como Nancy Pearcey e Charles Thaxton escrevem, "os filósofos da ciência têm se mostrado claramente incapazes de especificar critérios aceitáveis para a demarcação dessas duas esferas (...) A capacidade de ser observado, testado, repetido, falsificado e um sem-número de outros critérios já foram apresentados, mas nenhum deles recebeu uma aceitução consensual."

A Stanford Encyclopedia of Philosophy diz que "há muito mais concordância em questões específicas de demarcação do que nos critérios gerais nos quais tais julgamentos devem se basear." Ela também diz claramente que "filósofos e outros teóricos da ciência diferem amplamente em suas visões sobre o que é ciência."

PEARCEY, Nancy; THAXTON, Charles B. A Alma da Ciência. São Paulo: Cultura Cristã, 2005.

https://plato.stanford.edu/archives/win2012/entries/pseudo-science/
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Mas os trabalhos de design inteligente também não passam por revisão por pares.

Se o fato de não existir critério de demarcação valida design inteligente como ciência, seremos obrigados a validar atrocidades como constelação familiar, Terra plana e biokinesis que claramente não são ciência.
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"Mas os trabalhos de design inteligente também não passam por revisão por pares."

Já te mandei um monte de exemplos contrários. Não vou repetir tudo aqui, pois tenho a impressão de que nada do que eu dissesse faria diferença.
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Você admite que nada do que você disser muda o fato de que os pares da comunidade científica internacional classificam design inteligente como pseudociência? Vai falar que eles fazem filosofia de boteco também?

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“O design inteligente é, SIM, revisto por pares!”

Os pares revisando design inteligente: 

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Ciência se faz um laboratórios, não em tribunais. Já houveram decisões de tribunais que foram contra o ensino da evolução também.

"Você admite que nada do que você disser muda o fato de que os pares da comunidade científica internacional classificam design inteligente como pseudociência? Vai falar que eles fazem filosofia de boteco também?"

Se fosse toda a comunidade científica, não haveria trabalhos publicados e debates em editoras como Oxford. E você acredita que cientistas famosos também não fazem filosofia de boteco? É perfeitamente possível, ainda mais levando em conta que é especialidade deles não é filosofia. O próprio Stephen Hawking escreveu uma vez um péssimo livro de metafísica, com argumentos contraditórios que foram criticados por seus pares de filosofia em Oxford, E ainda disse que a filosofia está morta. Isso deixa de ser filosofia de boteco só porque foi dito por um cientista famoso? Estranho esse seu critério de definir filosofia pelo que dizem profissionais de outra área.

Acho que você ainda não entendeu um fato básico que nem os cientistas questionam: o debate sobre o que é e o que não é ciência pertence ao campo dos filósofos da ciência, não dos próprios cientistas. O critério de demarcação pertence à filosofia, pois ele não é uma descoberta física encontrada em laboratório, mas uma decisão lógica e conceitual sobre os limites do conhecimento. Um microscópio mostra células, mas não possui um botão para dizer se aquele estudo é "ciência" ou "pseudociência". É como a diferença entre saber dirigir (cientista) e entender a teoria do direito e da ética que fundamenta as leis de trânsito (filósofo da ciência). Como aponta Larry Laudan em The Demise of the Demarcation Problem, essa linha divisória é tão fluida que qualquer tentativa de torná-la puramente técnica ou "científica" acaba fracassando.

Vamos nos lembrar de mais uma coisa: eu já sabia que você apelaria ao "consenso científico" como autoridade final. Portanto, gostaria de te lembrar que o consenso é uma ferramenta social da ciência, não é a prova da verdade (a história da ciência é um cemitério de consensos que foram provados errados). Leia Thomas Kuhn.
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O fato de não existir um critério de demarcação único, perfeito e universal não quer dizer que qualquer coisa possa ser chamada de ciência... Ou senão teríamos que validar absurdos que claramente não são ciência como astrologia, constelação familiar, e a própria Terra plana.

No dia-a-dia, a comunidade científica utiliza-se de fundamentos comuns que garantem transparência, confiabilidade e responsabilidade que tornam a ciência um conhecimento comum e verificável. Um deles é validação por pares... Que, sinto muito, não acontece com design inteligente — eles não têm contribuições relevantes nas áreas de biologia, geologia e paleontologia. A única vez que conseguiram publicar alguma coisa num periódico sério deu uma polêmica de má conduta que demitiu até o editor, que você criticou lá na Terra plana.

Dizer que tem validação por pares é equivocado, desculpe. Acabamos de ver a opinião dos pares... Existe consenso entre pares de que eles não agem com responsabilidade científica. Não tem debate filosófico que mude isso.
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E já que você curte o Gemini, vou te dar mais uma informação dele:

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No fim, é a opinião dos filósofos da ciência que pesa mais para definir o que é e o que não é ciência. Mil cientistas podem dizer que determinado campo de estudo é pseudocientífico, mas isso não tem nenhum valor se não tiver uma base na filosofia da ciência, que é o campo ao qual remete essa discussão. Seria como se mil filólogos que tentassem estabelecer que Marte não é um planeta independentemente das conclusões das astronomia. Isso não teria valor nenhum, pois não é o objeto de estudo deles.
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"Que, sinto muito, não acontece com design inteligente — eles não têm contribuições relevantes nas áreas de biologia, geologia e paleontologia. A única vez que conseguiram publicar alguma coisa num periódico sério deu uma polêmica de má conduta que demitiu até o editor, que você criticou lá na Terra plana."

Eu já te mandei um link uma vez com vários artigos publicados em periódicos revisados. Poderia mandar de novo, mas você entrou em estado de negação de evidências. Nunca fui de acusar alguém de desonestidade em um debate, por receio de ser leviano em minha acusação, mas você definitivamente está sendo desonesto.
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Sim, você mandou vários artigos de crítica filosófica...

Mas experimento prático mesmo que forneça uma evidência empírica a favor da existência do tal designer, como são publicados dezenas todos os anos nas áreas de abiogênese e evolução? Não existem. Zero redondo.
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Mentira. Você é desonesto.
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Vou até postar o link de novo. Obviamente não para de convencer (suas opiniões desonestas não me interessam), mas para que qualquer um que esteja acompanhando essa discussão possa acessar e constatar por si mesmo quem está dizendo a verdade aqui.

https://www.discovery.org/id/peer-review/
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Wikipédia kkkkk
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Primeira coisa que aparece no Google surprise.

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Pesquise mais no Google kkkk
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Wikipédia é só um detalhe, o caso é público. Publicação removida por má conduta.
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Citar uma publicação que foi removida diante de várias que já foram publicadas e mantidas é a mesma coisa que dizer que professores não são confiáveis porque um ou outro foi preso por pedofilia. Depois dessa controvérsia citada na Wikipédia (que não é fonte séria de pesquisa), vários estudos já foram publicados e nunca mais se repetiu um caso daqueles.

Inclusive, um livro do William Dembski já foi publicado pela Cambridge University Press, mas se você prefere confiar na Wikipédia, o problema é seu.

https://www.amazon.com/Design-Inference-Eliminating-through-Probabilities/dp/1637120346
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Coloque publicações como o Journal of Molecular Biology (JMB), Annual Review of Genetics e o Plos ONE de um lado; do outro, coloque a Wikipédia. Em qual você confia mais?
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Ah, sim, o argumento do “é complexo demais para ser acaso, então só pode ser designer”. Os biólogos já contradisseram isso.

Cambridge publica sobre várias coisas... Desde teologia, filosofia, e matemática teórica. Cadê uma publicação num periódico de biologia como a Nature?
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Ta falando do trabalho do Axe?
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É curioso como você sempre muda o critério do debate assim que é confrontado com fatos. Primeiro, você afirmou categoricamente que o Design Inteligente tinha "zero" publicações revisadas por pares e que isso não acontecia. Quando eu apresentei uma lista com periódicos de alto impacto como o Journal of Molecular Biology, Annual Review of Genetics e Protein Science, você ignorou o erro da sua afirmação anterior e moveu a trave para a Nature.

Isso se chama desonestidade intelectual. Se amanhã eu te apresentasse um artigo na Nature, você mudaria o critério de novo e provavelmente exigiria um Prêmio Nobel para validar o argumento. Você não está buscando a verdade, está buscando um pretexto para manter seu preconceito.

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A Nature foi apenas um exemplo...

Cite nome e data desses estudos, porque eu só conheço o do Axe que não é a favor de design inteligente... É um artigo de biologia comum sobre proteínas, e que em nenhum momento aponta para designer. A não ser que você esteja falando de outro.

Nobel por Nobel até Dalai Lama tem Nobel.
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Existem milhares de periódicos de altíssimo nível (como os que citei) que sustentam a estrutura do conhecimento científico. Desqualificar o Journal of Molecular Biology só porque não é a Nature é como dizer que um juiz da Suprema Corte Americana não entende de leis porque não é o presidente da ONU.

Além disso, você tentou desqualificar a Cambridge University Press dizendo que eles publicam teologia. Isso é um erro enorme. Em primeiro lugar, teologia é um campo acadêmico consolidado. É natural que editoras acadêmicas publiquem livros de campos acadêmicos. E em segundo, infelizmente para você, a maioria das outras grandes editoras acadêmicas mundiais também já publicaram e publicam teologia. A menos que Routledge, Yale University Press, Oxford University Press (essa já publicou vários), Palgrave Macmillan, Edinburgh University Press, Springer e outras também sejam verdadeiras piadas pra você. Todas essas editoras acadêmicas, que são as maiores do mundo, já publicaram teologia filosófica. Inclusive, a Wiley Blackwell está publicando uma Teologia Sistemática do William Lane Craig atualmente. O seu critério desqualificaria praticamente toda a infraestrutura acadêmica do planeta.

O livro que citei (The Design Inference, de William Dembski) foi publicado na coleção de Probabilidade, Estatística e Teoria da Decisão da Cambridge University Press. É um trabalho de matemática aplicada e lógica, não um devocional religioso. Misturar as coisas é ignorância ou má-fé.

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É impressionante como você distorce as coisas, minha nossa Senhora... Às vezes me pergunto se você leu mesmo.

A Nature foi um exemplo. Leia de novo e me diga onde foi que eu disse: “Tem que ser da Nature”. Quem concluiu isso daí foi você, sabe-se lá como. Além do quê, eu já sabia que eles não podiam publicar na Nature... Com todo o respeito. 

Eu também nunca disse que era um problema para a Cambridge publicar sobre teologia. Mas eu não estou interessado em teologia... Eu estou interessado em discutir design inteligente dentro da viabilidade nas áreas de biologia, geologia e paleontologia, que é o que realmente nos interessa. Uma coisa é ter design inteligente publicado como objeto de análise, crítica filosófica ou debate teológico... E outra coisa é como ter como teoria científica de fato. A Cambridge também tem uma série de publicações sobre esoterismo, e aí? A gente considera tudo ciência também?

Você tirou as conclusões que você quis...

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"Cite nome e data desses estudos, porque eu só conheço o do Axe que não é a favor de design inteligente... É um artigo de biologia comum sobre proteínas, e que em nenhum momento aponta para designer. A não ser que você esteja falando de outro."

Você parece achar que para um artigo ser pró-DI, ele precisa ter a palavra "Deus" ou "Designer" escrita no resumo.

Na ciência, trabalhos pró-ID focam em demonstrar a probabilidade matemática contra processos não guiados ou a complexidade funcional. O artigo do Axe demonstra que a probabilidade de uma proteína dobrar de forma funcional é de 1 em 10⁷⁷. O cientista apresenta o dado, a inferência de que isso exige inteligência é a conclusão lógica que o DI defende, e é exatamente isso que o Axe defende abertamente.

Ah, e a sua tentativa de recuar agora, dizendo que a Nature foi "apenas um exemplo", não apaga o fato de que você usou esse exemplo como uma barreira para desqualificar periódicos de altíssimo impacto como o Journal of Molecular Biology. Se você admite que existem publicações nessas áreas, sua afirmação anterior de que o Design Inteligente tinha zero relevância empírica cai por terra. É contraditório você dizer que está interessado na viabilidade dentro da biologia e, ao mesmo tempo, ignorar artigos que tratam justamente de biologia molecular e probabilidade funcional. Quando um estudo no JMB calcula a raridade de dobras proteicas, ele está fazendo biologia pura e aplicada.

Sobre a Cambridge, seu exemplo do esoterismo é uma falsa analogia gritante. O esoterismo é publicado em coleções de História ou Ciências das Religiões, enquanto o trabalho de Dembski que citei foi publicado em uma coleção de Estatística e Probabilidade. Você percebe a diferença gritante de categoria? Ciência não se define pelo que você acha interessante, mas pelo método e pela lógica aplicados. Se um trabalho de matemática probabilística é publicado por uma das maiores editoras do mundo em uma série técnica, ele é validado como uma contribuição acadêmica séria naquele campo.

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Essa parte aí que a Nature desqualifica a JMB foi conclusão 100% sua.

O artigo de Axe é um trabalho de biologia molecular comum. Ele trata da raridade de sequência proteicas funcionais, e o artigo foi revisitado por pares... Inclusive com contra-argumentos relevantes, que é que a seleção natural enquanto fenômeno cumulativo reduz drasticamente essa probabilidade, mas que não vêm ao caso agora. Já a conclusão de que “é tão improvável que só poderia ter sido ação de um designer” não está no trabalho. Ele concluiu que dobramentos funcionais requerem sequências altamente extraordinárias... Agora que depende de projetista é interpretação externa. Possa até ser que seja conclusão pessoal do próprio autor, mas se não está mencionado explicitamente no artigo também não dá para dizer que é uma conclusão que foi validada por pares e integrada à genética e biologia evolutiva (não foi). Não é uma conclusão científica publicada... É um salto que algumas pessoas fizeram. Voltamos à estaca zero.

Se a conclusão fosse tão lógica assim, ela estaria no artigo e seria discutida na literatura biológica.
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Essa tentativa de separar o dado biológico da conclusão lógica é um malabarismo que ignora como a ciência realmente funciona. Você diz que a conclusão sobre o design é apenas uma interpretação externa e não está no trabalho. Pois bem, o próprio Douglas Axe, autor do artigo que você chama de biologia comum, desmentiu essa sua visão ao afirmar explicitamente que seus resultados no JMB "adicionam evidências para o Design Inteligente". Segundo ele, ao demonstrar que a probabilidade de uma proteína funcional é de 1 em 10⁷⁷ (um número que o artigo descreve como "extraordinariamente baixo"), ele está testando diretamente a adequação do acaso. Se a probabilidade é praticamente nula, a inferência de um agente inteligente não é um salto, mas a melhor explicação causal disponível.

Além disso, seu argumento de que a seleção natural reduz essa probabilidade ignora o ponto central do experimento de Axe: a seleção natural não pode atuar em algo que ainda não tem função. Para a seleção natural escolher uma proteína, ela primeiro precisa dobrar-se de forma funcional. O que o trabalho de Axe no JMB prova é que o espaço de busca para encontrar esse primeiro dobramento é tão vasto que o mecanismo darwiniano falha antes mesmo de começar.

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Dizer que "se a conclusão fosse lógica estaria no artigo" é ignorar a realidade do policiamento institucional que você mesmo admitiu ao citar a Nature. Cientistas frequentemente publicam os dados brutos em periódicos de alto impacto e reservam a interpretação teórica completa para livros acadêmicos e revisões de filosofia da ciência (como os da Cambridge que citei). O dado científico é a complexidade funcional específica. O Design Inteligente é a estrutura lógica que explica esse dado. Se você aceita o número 1 em 10⁷⁷, mas rejeita a conclusão por puro preconceito com o nome "designer", o problema não é a falta de ciência, é a sua resistência em aceitar onde os dados levam.
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Volto a repetir... Isso é conclusão externa. O artigo que ele publicou não conclui que necessariamente precisa de um autor, projetista ou designer. Possa ser que ele realmente tenha dito em palestras ou entrevistas, mas se não está no artigo eu não posso fazer nada. Eu só posso discutir o que foi demonstrado e validado dentro do artigo.

Acho bastante sintomático, na verdade. Se ele realmente fosse corajoso a ponto de concluir no próprio artigo que a melhor explicação é um designer, não ia passar pelo filtro de qualidade da JMB... Os revisores certamente iriam provocar: Quem é o agente? Qual é o mecanismo desse agente? Como isso é testado? Que previsões isso gera? Como ele é capaz de discriminar o que é ação intencional do agente e o que é processo natural? Não existem respostas operacionais para isso. Se fosse tão lógico assim, essa conclusão estaria formalizada, testada e debatida na literatura.

O fato dessa conclusão só aparecer fora já é sintoma.
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Sua lógica agora atingiu um nível de circularidade impressionante. Você admite que os revisores barram a conclusão de design não por uma falha no dado (que você já aceitou ser sólido e revisado no JMB), mas porque eles exigiriam respostas metafísicas que a ciência experimental não tem obrigação de dar, como "quem é o agente".

Oras, a arqueologia e a perícia criminal identificam design inteligente o tempo todo sem precisar dizer "quem" foi o autor ou "como" ele agiu mecanicamente. Ao invés disso, elas apenas identificam que a causa natural é insuficiente para o efeito observado. Ao exigir que o DI explique a natureza do designer para ser "ciência", você está aplicando um critério que não aplica a outros campos.
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O que você chama de sintomático é, na verdade, o coração do debate sobre o policiamento institucional. O cientista apresenta o dado biológico bruto (a improbabilidade de 1 em 10⁷⁷) no periódico para passar pelo filtro que você mencionou, e apresenta a conclusão lógica completa em livros e revisões teóricas. Chamar isso de salto é desonestidade intelectual. É apenas o reconhecimento de que o paradigma atual aceita o número, mas veta a conclusão por motivos filosóficos, não científicos. E por motivos filosóficos furados, ainda por cima, pois a filosofia da ciência não aceita muro de demarcação para dizer que Design Inteligente ou qualquer outra coisa é pseudociência. Nem mesmo o critério de falseabilidade resistiu ao teste. Definições sem critério objetivo são infundadas.
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Você criou um critério impossível. Diz que a conclusão só vale se estiver no artigo, mas admite que o sistema impede a conclusão de estar no artigo mesmo quando o dado é sólido. Isso é o que a filosofia da ciência chama de viés de paradigma.

O fato é que a ciência frequentemente identifica causas sem conhecer todos os detalhes do agente. A física aceitou a gravidade de Newton sem que ele soubesse o mecanismo dela. A biologia aceita que a vida surgiu por processos naturais sem ter um único modelo viável de abiogênese que funcione. Por que o peso da prova para o Design Inteligente tem que ser maior do que para o materialismo? Não é por causa da ciência, mas sim porque a sua visão de mundo rejeita de antemão essa conclusão. É ideologia.
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Os revisores não barram por respostas metafísicas. Eles barram porque não é uma hipótese científica operacional... Ou então todo mundo fala o que quer e todo mundo é obrigado a validar como ciência porque “não existe critério de demarcação universal” ou porque “estão impondo naturalismo filosófico”.

Se ele não é capaz de responder como esse agente atua, quais suas restrições, quais suas previsões e como podemos testá-las... Temos um problema metodológico, e não filosófico ou metafísico. Sem causa testável, sem critério de refutação e sem integração com processos conhecidos, não existe transparência.

Arqueologia e perícia inferem agentes conhecidos com mecanismos conhecidos. O design inteligente invoca um agente indefinido sem mecanismo testável. Isso não é o mesmo tipo de explicação — e é por isso que não funciona como ciência. Dizer “não sei, foi design” não é ciência.
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Se não existe critério de demarcação para definir o que é pseudociência, não faz sentido barrar algo como o "pseudocientífico". Isso é incoerente.
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Sua argumentação é contraditória e usa dois pesos e duas medidas. Primeiro, a arqueologia e a perícia identificam design justamente porque processos naturais são insuficientes para gerar certos objetos complexos. Elas não precisam explicar a biologia do agente ou o mecanismo da sua mente para concluir que um artefato não é fruto do acaso.
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O DI faz a mesmíssima coisa. Ele usa a matemática para mostrar que o acaso e as leis da física por si só não são suficientes para produzir essa complexidade.
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Em segundo lugar, você exige mecanismo testável para o design, mas aceita a abiogênese como ciência, embora não exista nenhum mecanismo operacional testado que explique como a química virou vida. Você aceita o materialismo por fé em uma promessa futura, mas rejeita o design mesmo quando ele apresenta dados matemáticos presentes que descartam qualquer explicação alternativa. No fim, sua barreira não é científica, mas ela consiste apenas numa recusa em aceitar que a lógica aponta para algo que você não gosta.
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Na arqueologia e ciência forense, inferir “design” significa agentes dos tipos já observados (humanos) com capacidades conhecidas e produzindo assinaturas reconhecíveis. Nada disso se aplica ao design inteligente... É uma inferência sem modelo operacional, onde ninguém sabe o que ele faz, quais são suas limitações, e sem assinatura independente para comparar. Não estamos no mesmo terreno de discussão.

Abiogênese é amplamente aceita como ciência não apenas por mim, mas praticamente pela comunidade científica inteira, porque é um programa de pesquisa com hipóteses testáveis em andamento. Pode ser incompleta, mas é científica no método... Não é inferência sem modelo. E também não depende de fé... Ela está ativa e funcionando, ao contrário de DI que, assim como as demais pseudociências (inclua Terra plana) está estagnada.
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Você está ignorando que a abiogênese falha justamente no critério que você exigiu do DI, que é o modelo operacional. Após 70 anos de experimentos desde Miller-Urey, a ciência não tem a menor ideia de como a informação genética surgiu espontaneamente. Aceitar a abiogênese como científica apenas porque ela "está em andamento", enquanto rejeita o DI que apresenta dados matemáticos concretos é substituir a evidência presente pela fé em uma descoberta futura. A ciência se baseia em dados atuais, não em esperança de resultados.
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Além disso, design não é inferido porque conhecemos o agente, mas porque as leis físicas e o acaso são demonstradamente incapazes de produzir tais padrões de complexidade. Se encontrarmos um código binário complexo gravado em um asteroide, a ciência concluirá que houve design inteligente sem saber nada sobre a biologia, as limitações ou o paradeiro do autor.
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Por fim, nenhuma pessoa bem informada rejeita a terra plana meramente por ela ser "pseudocientífica". A terra plana é rejeitada porque ela contradiz TODOS os dados observados sobre o nosso planeta. É o mesmo motivo pelo qual hipóteses como reiki, magnetismo animal, mesas girantes/tabuleiro ouija e outras foram rejeitadas. Ninguém simplesmente declarou que eram "pseudocientíficas" e as descartou. Ao invés disso, cientistas realizaram testes e com base nesses testes concluíram que essas hipóteses estavam equivocadas. Mas se você discorda, eu te desafio a apresentar um critério de demarcação viável e aceito por consenso.
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Abiogênese atualmente é um conjunto de modelos parciais sendo refinados e testados e revisados. Design inteligente não tem modelo algum... Zero. Um é incompleto, e o outro é inexistente. Essa disparidade de aceitação que não é individual minha (por mais que você insista que eu que decretei que DI é pseudociência e que só eu que vou contra o consenso, quando é o oposto) não é acaso e nem preconceito... Metodologicamente existe um abismo entre os dois.

Nem mesmo Axe que a gente conversou aqui é um modelo perfeito... É um cálculo que, embora funcione, testa um cenário simplificado. E usaram isso como conclusão para inferir agente, que é um salto lógico.

Dados precisam ser atuais, mas também precisam estarem conectados a um modelo explicativo testável. O que design inteligente faz é concluir atuação de design inteligente quando um modelo natural é considerado insuficiente para eles... O que nem de longe substitui uma explicação científica. Essa equivalência que você está tentando fazer não existe.
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Teorias são descartadas por falha em testes empíricos, e não por rótulos filosóficos.
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O DI é inexistente como modelo? A inferência de design é o modelo operacional de toda a ciência histórica e forense. Também é a base da pesquisa por inteligência extraterrestre, como a conduzida pelo projeto SETI. Quando a probabilidade matemática descarta processos aleatórios ou a necessidade física, a inteligência é a única causa conhecida capaz de gerar informação complexa e especificada.
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E é estranho atacar o cálculo de Axe por suposto "cenário simplificado" quando a abiogênese sequer consegue montar um cenário simplificado que gere uma única proteína funcional. Esse duplo padrão é incompreensível.
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Já repeti trinta vezes porque é que historiografia e ciência forense não jogam esse jogo... Agentes conhecidos com capacidades conhecidas dentro de padrões observáveis não é a mesma coisa que um agente desconhecido com capacidades indefinidas dentro de limites desconhecidos e sem assinatura independente. E SETI gera critérios prévios de detecção e possibilidade de refutação... Se não encontrar nada, a hipótese falha naquele caso. Não são o mesmo tipo de inferência. A do DI é muito ampla, tão ampla que falha metodologicamente — só afirmam que o designer existe e pronto.

Não sou “eu” que estou dizendo que os cálculos de Axe foram simplificados... Essa foi uma crítica constante e recorrente apontado por biólogos quando ele publicou seu artigo. Quando você põe a seleção natural e outros mecanismos observáveis na natureza dentro da equação, a probabilidade apontada por Axe reduz drasticamente. Não sei por quê você considerou isso um “ataque”. Você quem está tentando forçar a barra que o que Axe encontrou é uma verdade absoluta e que a única conclusão possível é que um designer realmente projetou, e que quem discorda está sendo “intelectualmente desonesto”, “ideológico” (essa palavra não sai do seu vocabulário), “tendo fé em promessa futura”, e etc. Se fosse uma conclusão tão inevitável assim, como eu disse antes, Axe publicaria no artigo original... Mas como ele não tinha segurança para sustentar isso, não publicou.
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Sem falar que ninguém tem “fé” na abiogênese. Ela apenas é a hipótese mais amplamente aceita dentro da comunidade porque é a que mais resiste a testes e apresenta dados consistentes que apontam positivamente para a conclusão de que a vida poderia ter surgido na Terra com as condições que tinha...

Mas se amanhã conseguirem refutar a abiogênese, ou encontrarem outra hipótese melhor, vida que segue. Se fosse refutado hoje, também não validaria automaticamente o DI... Não com o que eles têm atualmente.
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Primeiro, você me diz que o DI é "muito amplo", mas desconsidera o fato de que o critério de Axe é específico: a raridade de dobras funcionais. Se 1 em 10⁷⁷ é a métrica, a refutação seria mostrar um mecanismo natural criando essa informação, coisa que você admite que a abiogênese não faz. Sobre a seleção natural reduzir a probabilidade, você ignora o que eu já pontuei: ela só atua após a função existir. Ela não cria, mas apenas seleciona quando já existe. O cálculo de Axe foca na origem da função, onde a seleção natural é irrelevante.
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Uma proteína que ainda não dobra não tem função molecular. O próprio artigo diz:

"Algo semelhante à estrutura terciária, por mais rudimentar que seja, deve, portanto, surgir em forma funcional antes que a seleção natural possa iniciar o processo de refinamento de uma nova dobra."

O mais interessante é como você se contradiz. Horas atrás, você afirmou categoricamente que o DI tinha zero redondo de evidência empírica e que não acontecia revisão por pares. Agora que apresentei o artigo de Axe no JMB, você mudou o discurso para "os biólogos criticaram o cálculo". Ou seja, você passou de "não existe" para "existe, mas eu não gosto do método".

por (47,7K pontos)
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Além disso, você disse que os revisores barram o DI por falta de "hipótese operacional", mas quando mostro que o dado de Axe é operacional, você recua dizendo que "ele não teve segurança para publicar a conclusão". Você admite o policiamento institucional (o veto à conclusão) e depois usa esse mesmo veto como prova de que a conclusão é falsa. Isso é um verdadeiro raciocínio circular.
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Axe assume um cenário onde a função precisa surgir de uma vez — mas a biologia não funciona assim... A seleção natural pode atuar em níveis graduais de função, então não existe esse “ponto impossível” que o argumento pressupõe. E mesmo que existisse, isso não validaria design sem um modelo testável próprio.

Eu não vou entrar nesse assunto porque não é o ponto central, e o artigo de Axe é de 2004... Então é um trabalho que já foi debatido e aperfeiçoado há muito tempo. Se você pesquisar no Google já tem muita coisa. O ponto aqui é que o paper de Axe é uma estimativa dentro de um modelo específico. Não dá para simplesmente pegar o dado de Axe descontextualizado e assumir como prova definitiva contra processos naturais. Nem o próprio Axe fez isso no artigo dele... E nem se realmente fosse um dado absoluto e exato, ainda assim não seria prova de design inteligente — e nem o próprio Axe concluiu isso no próprio trabalho porque, de novo, ele não tinha segurança para sustentar a tese de um projetista como hipótese científica testável.
por (47,7K pontos)
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Por um lado, você diz que o Design Inteligente não é ciência porque não possui conclusões publicadas e validadas em periódicos científicos de alto impacto.

Por outro, você também diz que as conclusões de Design Inteligente não podem ser publicadas em periódicos de alto impacto porque não são consideradas ciência pelos revisores.

DI não é ciência porque suas conclusões não podem ser publicadas, e suas conclusões não podem ser publicadas porque DI não é ciência. Belo raciocínio esse seu. Em qualquer curso de filosofia comum, seria reprovado. Em uma prova de lógica, tiraria zero.
por (37,1K pontos)
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Oh dificuldade de entender...

O problema do DI não é porque os revisores “não deixam” publicar só porque são monstros ateus malvados... É que não tem fórmula para ser avaliado como ciência. Publicação não define ciência — critérios metodológicos definem. O DI não atende a esses critérios, por isso não entra na literatura.
por (47,7K pontos)
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Que critério? Kkkk

Não existe critério nenhum. Até agora você não citou nenhum. Enfim, vou dormir que é o melhor que eu faço.

Boa noite :)
por (37,1K pontos)
republicada por
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Boa noite. Quando você acordar, design inteligente ainda não vai estar presente na literatura científica... Pode descansar tranquilo.
por (47,7K pontos)
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ZzzzzzzZzzzzzZzz
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por (111K pontos)
Eu não vejo porque ligar "universo tem uma mente inteligente por trás" com "o universo é bem ordenado para a evolução humana".

O universo é ordenado porque encontra sua causa em princípios atemporais. Se você remove esses princípios, ele retorna ao nada.
por (254K pontos)
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Eu entendo… mas olha simples: esses “princípios atemporais”… de onde vieram? Se eles existem, já não é “nada”, já é algo sustentando tudo. E ordem não se explica sozinha… lei sem mente por trás é estranho. No fim, você só trocou “Deus” por “princípios”… mas a pergunta continua.
por (111K pontos)
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....

por (254K pontos)
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É uma reflexão msm. Eu estudo apologética. É bom pra refletir. Vc pode ver debates no YouTube sobre isso. É bom refletir nos argumentos dos dois lados.
por (111K pontos)
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Bro... você está argumentando exatamente o que a minha resposta queria implicar, como se fosse uma refutação a ela.
por (254K pontos)
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Há foi mal .
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por (93,3K pontos)
Não são escassos, curiosamente os vegetais, castanhas e frutas possuem tudo que é necessário para nossa sobrevivência. Está na natureza, mas para a atual geração de pessoas eles não conseguiriam sobreviver de fato. Nós não fomos feitos para viver no mar, apesar do ser humano também ter aprendido extrair alimento do mar. As leis porém são brutais, nada é fácil.

Tudo neste mundo é um ciclo de vida e morte, nós já nascemos fadados a morrer, é esse o fim natural de tudo que existe neste mundo.

Foi atingida por bilhões de asteroides e nunca nenhum causou a extinção dos humanos.

As condições são tão propícias para haver vida que é necessário ter mais fé que tudo é coincidência do que para se crer em milagres.
por (93,3K pontos)
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Mas é uma boa pergunta, é importante questionar. Não consegui ver ela antes.
por (254K pontos)
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