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atrás em Dúvidas e Opiniões por (122K pontos)
Cidades menores, sem interesse de clínicas e hospitais particulares, mantém público;

Cidades maiores, apenas clínicas e hospitais particulares, e voucher ou plano médico pago pelo Estado, para quem se enquadrar, inclusive com categorias;

Cirurgias e tratamentos de altíssimo custo, público.

As cidades precárias seriam atendidas, a fila das cidades grandes andaria, pois estimularia mais hospitais e clínicas, já que aumentaria muito a demanda pelos serviços e baratearia os planos e situações de altíssimo custo estariam garantidas, pois o voucher baratearia a estrutura, garantindo fundos para esses de maior custo e menos situações.

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atrás por (617K pontos)
Ou seja, o governo continuaria cobrando impostos e quem quisesse atendimento teria que viajar até as cidades grandes porque nas pequenas não iria funcionar.

Difícil algo funcionar no Brasil, mesmo privado.

E se funcionasse as pessoas das cidades grandes iriam fazer filas nos hospitais das cidades pequenas e tentar conseguir atendimento grátis (levar vantagi).

Além de que o governo desvia dinheiro da saúde e em cidades pequenas os políticos regulam o acesso condicionando o acesso da população ao voto neles (só consegue atendimento ou exame se votar em tal candidato da saúde).
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Bom, se os impostos são problema, com um processo de hibridização essa margem arrecadatória diminuiria, porque a estrutura pública é muito mais custosa que vouchers: construção e manutenção dos hospitais e clínicas, contratação de servidores na administração, na atividade-fim, custeio de todo o material para o funcionamento...

A hibridização seria uma modificação do estado atual, que vem enfrentando diversos problemas de atendimento adequado.

Funcionaria da mesma forma que o bolsa-família: um voucher para comprar alimentos. Não precisa construir o supermercado, fazer concurso público para os funcionários, comprar os alimentos... Isso tudo o privado faz, o cidadão apenas recebe o valor e compra.  

Quanto às cidades pequenas, qual solução haveria? Uma cidade para ter interesse privado precisa gerar lucro. Se não há, o Estado deve custear. Além do mais, cidades menores podem centralizar tudo em um único hospital público e alguns postos de saúde, além de realizar atendimento residencial. Ou, ainda, se a cidade for próxima a um centro maior, pode haver transporte específico para exames, consultas, tratamentos e procedimentos cirúrgicos em clínicas e hospitais privados dessas cidades maiores.
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E outra coisa que eu estava pensando: as filas para tratamentos, cirurgias, imensas, demoradas... O Brasil, apenas por meio do setor público não está em situação confortável, pelo contrário, está muito ruim. Arrecadação e governo não está resolvendo. Pelo contrário, piora à medida que a população aumenta, envelhece, precisa trabalhar mais. É uma necessidade haver reforço de uma estrutura privada que já está disponível e que pode crescer com os incentivos legais, as possibilidades de custeio público no setor privado.

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