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Dinâmica de Papéis e Poder

Ativo vs. Passivo:

O que importava não era o sexo do parceiro, mas a posição no ato. O cidadão livre devia ser sempre o penetrador (ativo). Ser penetrado (passivo) era visto como perda de virilidade e submissão associada a mulheres ou escravos.

2 Respostas

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Melhor resposta
Parece as regras da prisão
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Isso daí era em Roma...

Na época da Roma Antiga, sexo era poder. Não existiam identidades sexuais como existem hoje em dia, como heterossexual e/ou homossexual... Sexo era uma forma de exercer poder sobre alguém e demonstrar sua posição hierárquica. Numa época em que mulheres não eram cidadãs e eram consideradas propriedades de seus maridos, assim como escravizados, a expectativa era que o homem adulto e cidadão romano assumisse a posição de penetrador para demonstrar que estava numa escala superior na hierarquia daquela sociedade.
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Kkkkkkkkk Eu tirei isso de um documentário da Grécia antiga

Mas muitas coisas os romanos imitaram os Gregos

Eles tinham admiração pelos Gregos antigos
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A sexualidade na Grécia Antiga não era definida por identidades sexuais modernas (como "heterossexual" ou "homossexual"), mas sim por papéis sociais de ativo e passivo, onde o homem adulto e livre exercia a dominação, enquanto mulheres, jovens e escravos ocupavam posições de submissão.
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Como a Grécia era mais descentralizada, acaba que eles também não tinham uma relação homogênea com relações homossexuais...

Em cidades como Atenas, onde valorizava-se bastante a tradição intelectual, a pederastia era um rito de passagem para a vida adulta e uma forma de transmitir conhecimento. Só que a atividade acadêmica e/ou intelectual era reservada aos aristocratas... Então, era comum que filhos de aristocratas que se tornariam futuros cidadãos tivessem um mentor. Já em Roma, não... Por conta da relação de poder, um homem cidadão romano só poderia assumir a posição de penetrador de um jovem que fosse não-cidadão, especialmente escravo, ex-escravo e/ou prostituto. Não tinha o caráter pedagógico.

Já em Esparta, que era muito mais militarizada, a pederastia existia como parte do rito de treinamento militar... E igualmente os homens adultos, cidadãos e soldados relacionavam-se entre si porque acreditavam que aquilo fortaleceria os vínculos emocionais e estariam dispostos a morrer pelo parceiro na guerra. Só que a penetração dependia da hierarquia também... Se fossem iguais, era sexo sem penetração para preservar a dignidade.

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