Queria ser, mas não consigo.
Porque ser emocionalmente resistente não é ser pedra. É ser mar: sentir a tempestade inteira por dentro, vento, choque, onda, sem deixar que ela nos quebre por dentro.
É não fugir da dor, mas também não morar nela.
É aprender que certas coisas passam, mesmo quando parecem ficar.
E seguir sendo nós mesmos, ainda que tudo dentro de nós esteja se reorganizando em silêncio...
Por imperfeita ser, admiro quem seja.