Se tudo fosse destino, seria difícil explicar por que decisões diferentes levam a resultados diferentes. Se tudo fosse escolha, ignoraríamos fatores enormes que ninguém escolheu (onde nasceu, a família que teve, sua genética, os acidentes da vida, a época histórica em que vive). Uma visão que me parece mais próxima da realidade é esta: você não escolhe as cartas que recebe, mas escolhe parte de como joga com elas. Só que nem sempre. Às vezes a mão é tão boa ou tão ruim que o espaço para escolha fica muito limitado, haha.
E também existe o acaso.