Para um trabalhador imigrante em uma grande cidade americana por volta de 1890, o dia podia começar antes do amanhecer, seguir com longas horas de trabalho pesado, retornar a uma moradia lotada e terminar com encontros familiares ou comunitários onde se falava a língua de origem e se mantinham costumes da terra natal.
Para muitos, a vida inicial era muito difícil, mas a esperança era que seus filhos tivessem oportunidades e condições melhores do que aquelas que existiam em seus países de origem.