No século XIX, a varíola afetava a população brasileira de forma devastadora:
Surtos frequentes e letais: Causava epidemias constantes que matavam milhares de pessoas, especialmente crianças.
Marcas profundas: Os sobreviventes ficavam com cicatrizes graves no rosto e no corpo (as "bexigas") ou até cegos.
Isolamento social: Os doentes eram isolados em lazaretos (hospitais de quarentena) em condições precárias.
Pânico geral: Gerava medo coletivo devido à transmissão rápida pelo ar e pela falta de tratamentos eficazes