Nem todo livro precisa ser filosófico ou acadêmico para acrescentar algo.
As pesquisas indicam que os romances leves, fantasia, autoajuda, livros de influencers, desenvolvimento pessoal, literatura religiosa e obras voltadas para entretenimento rápido são os que estão no topo das procuras.
Contudo, alguns críticos dizem que isso representa um empobrecimento cultural, porque obras mais densas de literatura, história, filosofia ou ciência costumam vender menos.
Isso não significa que as leituras que escolhem sejam inúteis, longe de mim criticar, mas talvez revele uma sociedade mais acelerada, ansiosa e voltada para consumo rápido de conteúdo.
Suspeito que os jovens de hoje não gostam de ler, essa que é a verdade.