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Uma pequena mudança faria com que os auxílios fossem aplicados de forma correta.

1 - Só recebe auxílio quem não pode trabalhar.

2 - Quem pode trabalhar assinaria a Carteira de Trabalho, seria treinado em empresas ou oficinas para a mesma ou nova função, (a empresa teria abatimento de imposto pelos custos do treinamento) a pessoa continuaria recebendo o benefício até 6 meses após a efetivação dos 90 dias. 

Se não houvesse vagas, treinamento ou efetivação disponíveis a pessoa continuaria a receber este auxílio até o surgimento de alguma destas possibilidades e seria notificada da próxima data.

3 - Quem se recusasse a passar por treino ou aceitar vagas de emprego CLT (PJ seria proibido nestas regras) sem um motivo válido seria cortado do benefício.

2 Respostas

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Não dá certo porque as empresas só querem explorar o trabaiadô.
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por (293K pontos)
Oi, boa tarde, ✈Welington✈, tudo bom?

Mano, querer; até quero, sim... mas não sei qual emprego se adequa a mim: sempre sou (desde bem pequeno...) excessivamente atrapalhado, distraído e apavorado e péssimo em cálculos... e contraí (já adulto...) fortes dores por um enxerto de platina no braço esquerdo, crises diárias e agravantes por uma depressão, uma insônia e uma distimia e um excesso de coceiras, de dores e de tremedeiras pelo corpo afora! Está ligado nisso?

Abração, camarada... e cuide-se! Viu só?
por (293K pontos)
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Ah, sim: não acredito, não, que tenha alguém que não queira trabalhar... a pessoa vai desejar ficar o resto da vida na sarjeta?! Creio que não! Está ligado?
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