O fim da alma (a realização dela) não pode ser visto como algo distinto da natureza dela. Há uma vontade intrínseca à alma em que ela deseja sua realização e ao desejar sua realização, deseja sua própria natureza.
O nada absoluto, que é pra onde a negação da natureza aponta, não é um lugar, portanto não pode ser o fim que a alma almeja. Ele não pode ser a causa de qualquer vontade na alma.
Nesse caso penso que a liberdade é apenas a realização de todas as potencialidades da natureza da alma.