ele revela sobre o afeto humano:
Cuidado prolongado: o cão era jovem, mas sofreu uma doença grave (provavelmente cinomose). Ele sobreviveu por semanas ou meses, o que indica que foi cuidado por humanos mesmo estando incapacitado para caça ou trabalho.
Dependência emocional e social: esse tipo de cuidado não fazia sentido apenas “utilitário”, já que um animal doente teria pouca utilidade prática para sobrevivência.
Sepultamento conjunto: o cão foi enterrado junto com dois humanos, sugerindo que era considerado parte do grupo social ou familiar.
Relação já domesticada e próxima: isso indica que, há cerca de 14 mil anos, humanos e cães já tinham uma relação que ia além de sobrevivência — envolvia vínculo e possivelmente afeto.