Sou favorável em casos extremamente específicos, principalmente doenças terminais irreversíveis com sofrimento intenso e sem perspectiva realista de melhora... Mas a chave é justamente essa: regras rígidas. Porque há uma diferença entre uma pessoa lúcida, terminal, em sofrimento constante, decidindo o próprio fim; e alguém em crise depressiva, pedindo pra morrer num momento tratável. Mas sinceramente, acho que a prioridade do Brasil antes disso deveria expandir os cuidados paliativos, saúde mental e tratamento da dor.