O cotidiano em Roma durante a Segunda Guerra Mundial foi marcado por um declínio drástico na qualidade de vida, evoluindo de uma rotina fascista de racionamento para um período de fome, medo e violência brutal sob a ocupação alemã (1943-1944). A cidade, embora tentasse manter uma fachada de normalidade, enfrentou bombardeios aliados, escassez de alimentos e perseguição ativa contra a população judaica.