Nos anos 50, o Rio Tietê em São Paulo vivia uma transição drástica, agonizando com o início da industrialização intensa e retificação de seu leito, resultando em poluição crescente e abandono de atividades de lazer. Em comparação com hoje, onde é uma via expressa de concreto e esgoto, o rio era mais meândrico, com várzeas amplas e, embora poluído, ainda guardava resquícios de uso paisagístico antes da consolidação das marginais.