1. Interesse. Muita gente não "erra por não saber", erra porque ganhar algo imediato parece mais vantajoso do que respeitar regra abstrata. A pessoa sabe que não deve, só não liga o suficiente no momento.
2. Distância entre regra e consequência. A lei existe, mas nem sempre alcança rápido, nem sempre alcança todos, e às vezes nem alcança mesmo. A moral então… pior ainda.
3. Autoengano. O ser humano tem uma habilidade quase artística de justificar o próprio caos. "Foi necessário", "todo mundo faz", "não foi bem assim", "eu mereço". Pronto, crime higienizado.
4. Impulsos e falhas básicas mesmo. Raiva, desejo, medo, inveja.
E por aí vai. No fim, o mundo não é cheio de gente confusa entre o certo e o errado. É cheio de gente que entende bem a diferença e mesmo assim escolhe o que é mais conveniente no momento.