O fator decisivo não é “ter muitos drones” ou “ter muitos caças”, mas sim combinar drones (reconhecimento e ataque), mísseis (precisão e alcance), defesa aérea, guerra eletrônica, inteligência em tempo real.
Ter muitos mísseis e drones ajuda muito, especialmente para países mais fracos, mas eles não substituem força aérea e naval. O que mudou é que guerras modernas recompensam quem consegue integrar tudo isso de forma eficiente.