Porque isso é mais linguagem e hábito cultural do que crença.
Mesmo quem é ateu cresce ouvindo expressões como “meu Deus”, “graças a Deus”, “Deus do céu”… Elas ficam tão enraizadas que o cérebro usa automaticamente — especialmente em momentos de surpresa, dor ou susto, quando a reação é quase reflexa.