A medicina babilônica (c. 2000-500 a.C.) era uma mistura singular de magia, religião e observação empírica. As doenças eram consideradas castigos divinos ou possessões demoníacas, tratadas por exorcistas (ashipu) que usavam rituais, e por curandeiros práticos (asu) que utilizavam ervas, pomadas e banhos. O Código de Hamurabi regulamentava a profissão, estabelecendo honorários e punições.