Depende da intenção...uma coisa é ter uma fonte de renda, outra é explorar a boa fé das pessoas;
Creio que o melhor caminho seria a pessoa fazer algo neste sentido de forma voluntária, para não correr o risco de transformar fé, espiritualidade, em mercadoria...
E quem se identificar com o trabalho da pessoa, e quiser fazer algo mais personalizado, aí pagaria por isto, sem ser persuadida.
Bjs!!