Se eu fosse um faraó em Egito, minha rotina provavelmente giraria em torno de três pilares: religião, governo e imagem pública.
Ser faraó seria como viver no centro de um sistema religioso e político gigantesco, onde cada ação teria peso espiritual e político ao mesmo tempo. Você não seria só um governante, seria parte do próprio equilíbrio do universo, aos olhos da cultura egípcia antiga.