Eu acho uma coisa interessante estabelecer uma simbiose com o narcisismo das pessoas. Separar as revoltas com as atitudes do amor para com a vida como um todo. Considerar o homo sapiens como obra divina. E o narcisismo, não como mera transgressão, mas como estrutura da realidade. Antepor o amor a obra divina aos defeitos pessoais, e priorizar o serviço ao bem comum como demonstração desse amor prioritário pela vida.