Teve alguém aqui, acho que o sulamericano, que falou, e cara, difícil: esquartejar gente, tribunal do crime, queimar em pneu (micro-ondas) bilhões nas contas, inclusive expandido negócios para áreas além do tráfico internacional, armamento militar, de derrubar helicóptero, controle de milhões de pessoas nas periferias...
Chamar de ladrão de celular é complicado (que o povo já odeia), o povo realmente aceita como terrorismo.
E ir contra isso dizendo soberania, que não se enquadra no conceito abstrato da lei, e não à intervenção realmente é uma resposta que a sociedade repudia, são respostas abstratas, tolerantes e passivas e o povo entende como protetivas. Perde votos com isso? Sim, milhões, imensurável.
E tem outro negócio importante: além de falar assim, evitar falar, não puxar o assunto para si. Observei isso no debate: teve um momento que o Flávio falou, sem pressão, por livre e espontânea vontade: agora eu quero falar sobre o fim da escala 6x1. Eu andei pelo Brasil, conversei com os trabalhadores, e se eles querem, eu aceito. Depois do debate foi distribuir pizza para os motoboys.
Pronto! Respondeu no limite que consegue, sem ficar negando, sem ficar com mas, mas, mas... Jogou o jogo, na onda. Isso que se faz em eleição.