Olha, no Brasil já é bem comum a empresa ter aquele plano de saúde corporativo. É de interesse das grandes empresas que os funcionários se tratem, se curem, em vez de ficarem meses no SUS.
Nos EUA não é esse terror todo, senão todo mundo ficaria endividado porque foi ao hospital. Também existem planos de saúde, individuais e corporativos, o governo também custeia para quem comprova não conseguir arcar, a coisa não é assim tão terrível.
Sabe, se fosse uma situação tão crítica, haveria um grave problema social de empobrecimento por ir ao médico, destruiria a economia, o poder de compra, o consumo, a compra de bens, de alimentos, porque todo mundo em alguma medida vai ao médico.
E no Brasil é a mesma coisa, se você não tiver plano a conta pode chegar a patamares altamente elevados em uma internação, em uma cirurgia...
Se o ensejo é por uma reforma, o principal ponto que vejo são os afastamentos temporários por doença e acidente de trabalho, bem como a manutenção de renda, geridos por meio de fundos ou de seguros.
Quanto ao SUS, eu vejo os vouchers, como um bolsa-saúde, uma boa opção a ser implementada, até porque já existe atendimento pelo SUS em clínicas e hospitais privados.