A necessidade de ter a última palavra pode revelar dificuldade em aceitar o contraditório, orgulho ou desejo de controlar a discussão. Não vejo necessidade de transformar toda divergência numa disputa de egos. Sei ouvir, ponderar e até reconhecer quando estou errada. Mas, quando se trata das minhas decisões, dos meus limites e da minha própria vida, a última palavra é sempre minha. Isso não é arrogância, é autonomia.