Vários estudos mostram que uma diferença de 30 de QI entre uma pessoa e outra cria uma barreira de comunicação em que a pessoa menos inteligente não consegue acompanhar o raciocínio e os assuntos abordados pela mais inteligente. Para ser compreendida, resta para a mais inteligente limitar sua própria capacidade intelectual e falar como se estivesse se comunicando com uma criança.
É exatamente isso o que ocorre quando um candidato técnico e inteligente tenta apresentar suas propostas para o eleitor médio sem inteligência e sem estudo: ele não vai ser compreendido e não vai ganhar voto. Somente o candidato burro (ou que se faz de burro) consegue se comunicar com o eleitor.