Augusto dos Anjos é conhecido como o "poeta da morte" devido ao pessimismo profundo e à temática fúnebre que marcam sua obra.
O escritor paraibano publicou em vida um único livro, intitulado Eu (1912), que chocou a crítica da época pelo uso de um vocabulário cru, científico e repleto de termos ligados à putrefação e à efemeridade da carne. Sua poesia explora a transitoriedade da vida e a angústia existencial sem idealismos românticos.