O texto diz que Samuel apresentou aquilo como ordem de Deus, mas a Bíblia também registra falas e ações erradas sem aprová-las. Então eu não preciso assumir automaticamente que cada atribuição feita por um personagem representa literalmente o que Deus realmente ordenou. Além disso, o próprio contexto e a linguagem de guerra precisam ser analisados. Portanto, não é uma refutação automática da existência ou da bondade de Deus.