A sociedade romana era profundamente patriarcal, onde as mulheres eram frequentemente vistas como inferiores aos homens, com seu papel restrito ao ambiente doméstico e familiar. Nesse contexto, a ideia de assediar ou cobiçar a mulher de outro homem reflete a estrutura de poder masculino da época, onde as mulheres podiam ser consideradas propriedades ou objetos de disputa entre homens.