Acho que os momentos bons não necessariamente são raros; eles são mais perceptíveis porque quebram a rotina. Um dia agradável pode parecer um acontecimento enorme porque a maior parte do tempo não é extraordinariamente boa nem extraordinariamente ruim, é apenas... sábado. E quando algo prazeroso acaba, o contraste faz a rotina parecer pior do que ela realmente é.