Acho uma questão delicada, porque envolve dois pontos legítimos: o respeito e a dignidade das pessoas trans e travestis, e também a privacidade e o conforto das mulheres.
Não vejo sentido em fazer disso uma guerra. Acho que o melhor caminho é buscar soluções que preservem a segurança e a dignidade de todos, sem preconceito e sem ignorar as preocupações de ninguém.