Mesmo que haja possibilidade de reconstruir perfeitamente um corpo, permaneceria a questão da continuidade ontológica. O indivíduo reconstruído seria realmente o mesmo ou apenas uma cópia perfeita, com as mesmas memórias e características?
Além disso, não seria necessário que cada elétron ocupasse a mesma posição. Partículas quânticas nem sequer possuem posições perfeitamente determinadas dessa maneira. O problema central seria preservar a organização e toda a informação física relevante do cérebro. Mesmo assim, isso não resolveria a questão filosófica: reproduzir uma pessoa não demonstra que sua consciência original continuou existindo.