Quis dizer inocentes, né?
Antes de comerem do fruto, Adão e Eva viviam sem consciência plena do bem e do mal, da vergonha e da própria finitude. Nesse sentido, o Éden pode ser interpretado como um paraíso por eles ainda não terem a consciência que transforma a existência em conflito. O fruto não mudou o jardim, mas mudou o olhar sobre ele.
Suponho que a perda do paraíso tenha começado quando o ser humano passou a compreender a própria condição.
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