Tentado responder sob a ótica da Psicologia, uma ciência que, junto com a Filosofia, gosto muito, apesar de ser pedagoga.
O ser humano tem uma enorme capacidade de acreditar que as consequências ruins só acontecem com os outros, não com ele. É o chamado viés de otimismo: o sujeito conhece o perigo, mas subestima a vulnerabilidade.
Quando entram em cena a adrenalina, impulsividade, necessidade de aprovação e desejo de impressionar, a percepção do risco diminui ou inexiste. Não por pensar nas sete vidas, ele vive como se a única que tem fosse indestrutível, o que é lamentável.
Nessa exibição, pode perder a vida, ou a capacidade motora por perda de membros e a alegria de viver...
Uma pena, porque a grande maioria são tão jovens.