Logo aparecem propostas para familiares em grande bancos, empresas, oferecendo gordos salários, clientes bilionários para escritório de advocacia...
Você já frequenta festas, aniversários, casamentos de donos de grandes empresas, bilionárias, pelo mundo.
E então, ilustre ministro, o que acha de participar da democracia brasileira?
A sua preocupação com o povo pobre e a justiça social que está lá longe há décadas agonizando.
O seu apego impecável e impenetrável por não ser influenciado por ninguém, por nenhum bilionário.
Que tal?