Gosto de pensar que sou confiável, mas não porque nunca erro. Sou humana demais para essa promessa.
Acho que confiança se constrói nas pequenas coisas: na palavra que não muda conforme a conveniência, no segredo que morre comigo, na presença que permanece quando já não há vantagem alguma em ficar.
Acho que não sou eu quem pode dizer se sou confiável. Essa resposta pertence às pessoas que um dia colocaram algo frágil nas minhas mãos e perceberam que eu soube cuidar.