Uma das coisas que me motivaram a fazer essa observação foi que, na minha adolescência, uma pessoa que eu tinha alguma afinidade me ajudou a resolver uma burocracia com o Governo, pagando a passagem e indo comigo. Perguntei o porquê de ela ter me ajudado e a resposta dela foi: Deus. E nem era uma pessoa religiosa. Uma outra situação foi em uma reportagem sobre transplantes, em que aparecia um médico realizando um transplante de coração e pulmão e você vendo os orgãos funcionando lá naquele momento da cirurgia na pessoa. O repórter perguntou o que ele pensava sobre aquilo, aquele feito, e ele respondeu: Deus.
Então, primeiro o ato e depois a justificativa.