Não gosto de julgar quem chega a esse ponto. O suicídio costuma envolver um sofrimento profundo e pode estar relacionado a uma combinação complexa de fatores psicológicos, sociais e circunstanciais.
Não vejo essas pessoas como “fracas” ou “covardes”. Vejo como seres humanos que, naquele momento, não conseguiram enxergar uma saída para uma dor que lhes parecia insuportável.
Podemos lamentar profundamente a decisão sem condenar quem a tomou. Diante de tamanha dor, prefiro compaixão ao julgamento.