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Aristóteles revolucionou ao criar as regras da lógica argumentativa, Max Stirner Chutou o balde e defendeu o egoísmo em sua forma pura, Nietzche, estabeleceu limite para o egoísmo, e o limite é a lei, mas se você é capaz de violar as leis do estado sem consequências, você pode, Ayn Rand limitou o egoísmo mais ainda, criando uma moralidade onde você pode fazer o que quiser desde que não prejudique ninguém, porém ela defendia estado mínimo, e Murray Rothbard foi mais além, defendeu uma anarquia capitalista, onde impostos e centralidade do monopólio da força devem ser abolidos.

É bem isso, eu sou anarcocapitalista, porque essa ideologia combina com meu padrão neurológico, eu posso fazer coisas que eu quero dentro de casa e nas propriedades que permitam que eu faça o que quero fazer lá dentro.

Eu sou egoísta funcional com muito orgulho, viva o egoísmo, o egoísmo e o orgulho é o motor que move os fortes de alma, e infelizmente os fracos de alma também, que são hipócritas e se escondem por trás da inveja e empatia.

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Propriedade privada é um spook
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Segundo Stirner, sim.
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Aristóteles e Nietzsche realmente eram geniais, mas os outros não são levados muito a sério no meio acadêmico
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Ad populum
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Eu tenho consciência que Ayn Rand tentou racionalizar o egoísmo, e isso é problemático já que moralidade não existe, mas eu prefiro usar a ficção dela, só para dizer que tenho uma filosofia de vida, mas o que me move por dentro é desejo puro, enfim, é isso.
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São pensadores importantes, mas eu faria algumas correções nessa genealogia. Aristóteles foi fundamental para a sistematização da lógica, embora não tenha simplesmente “criado a lógica”. E Nietzsche dificilmente pode ser resumido à ideia de que “posso fazer tudo desde que consiga escapar das consequências legais”; sua crítica à moral é muito mais profunda e não transforma a lei do Estado no limite fundamental do indivíduo.

Também vejo diferença entre Stirner, Nietzsche, Ayn Rand e Rothbard: embora todos tenham críticas fortes ao coletivismo ou às morais tradicionais, chegam a conclusões filosóficas bastante diferentes.

E discordo especialmente de colocar empatia como característica dos “fracos de alma”. Egoísmo pode significar autonomia, preservação dos próprios interesses e recusa ao autossacrifício, mas força pessoal e consideração pelos outros não são necessariamente opostas.

Quanto a serem “os seres humanos mais geniais que existiram”, aí já entramos numa preferência pessoal. Foram influentes, sem dúvida; colocar cinco pensadores tão diferentes no mesmo pódio exigiria critérios bem definidos para o que chamamos de genialidade.

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Eu não disse que Nietzsche, Max Stirner, Ayn Rand e Murray são iguais, e sobre empatia, ela é um sentimento que desprezo, foi esse sentimento que ferrou com minha vida, eu passei 23 anos da minha vida acreditando em moral objetiva, e tentando me adequar ao máximo a ética da empatia, eu era tão radical que via pessoas ricas como imorais só porque tem dinheiro e odiava intelectuais que prezam muito pelo conhecimento acadêmico.

Passei boa parte da minha vida acreditando que amor e humildade faz sentido, perdi tempo.

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