Sinais podem ser apenas coincidências às quais damos significado porque determinado assunto já está ocupando nossa mente. Orientação afetiva e sexual não costuma ser decidida por “sinais externos”. O mais importante é observar o que sente, por quem se interessa e o que deseja viver, sem se forçar a seguir um caminho só porque parece que o mundo está apontando para ele.