Seria um mundo diferente. A contracultura dos anos 60 e 70 não mudou apenas roupas, cabelos e música; ela questionou costumes, autoridade, sexualidade, guerra, relações familiares e formas tradicionais de viver.
Sem ela, provavelmente muitas transformações culturais teriam ocorrido de qualquer maneira, mas talvez mais lentamente e por outros caminhos.
E perderíamos uma parte fascinante da história da música e da cultura. Imaginar os anos 60 sem toda aquela efervescência é quase imaginar uma juventude que envelheceu antes mesmo de ser jovem.