Sobreviver com pouco dinheiro e ainda enfrentar dívidas não é “farmar aura”; é lidar diariamente com uma realidade econômica difícil. Só faria uma ressalva aos percentuais: números tão específicos precisam de fonte e contexto para não transformar uma crítica social legítima em estatística duvidosa. A desigualdade e o endividamento merecem ser discutidos com dados confiáveis.