No Brasil, ninguém deveria “dar as cartas” sozinho. Pela Constituição, o poder emana do povo e é exercido por representantes eleitos e pelas instituições do Estado. Executivo, Legislativo e Judiciário têm funções diferentes e deveriam funcionar com independência e equilíbrio.
O problema começa quando qualquer um desses Poderes ultrapassa seus limites: aí deixa de existir equilíbrio e cresce a sensação de que alguém está mandando mais do que deveria. Em uma democracia saudável, ninguém está acima da Constituição — nem presidente, nem Congresso, nem Supremo.