Bom dia, Maki.
Parece que se fazer de autista virou modismo.
Como profissional da área de deficiências, aproveito para contar um fato que, cada dia mais, vem preocupado as escolas.
Quando uma mãe leva o filho a um médico, o filho não explica o que tem ou sente, será ela. Lá no consultório ela se apega às informações fornecidas pelo doutor Google e induz o médico a fornecer um laudo ao filho. Ela faz isso, não com o objetivo de resguardar ou protegero filho, mas para conseguir junto ao INSS o BPC (Benefício de Prestação Continuada).
Várias vezes atendi crianças com laudo que não tinham autismo, inclusive casos de mães conseguirem pôr como autistas dois ou três filhos. Isso é sério, porém, as pedagogas não têm provas para denunciar e tampouco contradizer o laudo de um médico.