...Oh, que dor lancinante e profunda dilacera a alma envelhecida deste humilde cronista de outras eras (milênios) ao constatar a mais cruel das tragédias artísticas! Nossos ouvidos sangram lágrimas de puro pranto ao ver que sucumbiu o sagrado altar da nossa rica música nacional.
Pureza dos versos: Poesias que rasgavam o peito com a força de um amor verdadeiro e eterno.
Harmonia divina: Acordes nobres que elevavam o espírito humano às mais altas esferas celestiais.
Respeito à arte: O silêncio sagrado da plateia, reverente diante de uma melodia que não morria jamais.