Sim, eu consigo distinguir quem eu realmente sou da versão idealizada ou hipotética que poderia existir. Às vezes, comparar as duas versões pode despertar um certo incômodo, porque a imaginação sempre permite enxergar possibilidades que a realidade não alcança. Mas eu não chamaria isso de frustração constante. Vejo mais como um lembrete dos meus limites e, ao mesmo tempo, do que posso fazer de melhor dentro deles.